domingo, 13 de novembro de 2011

Prova de Fogo - Uma História de Vida




Akeelah tem apenas 11 anos, mas um incrível talento com as palavras. Admirado com esse dom, o diretor de sua escola a inscreve num concurso regional de soletração e faz com que ela seja treinada por um professor com PhD em literatura, Dr. Larabee (Laurence Fishburne). Enfrentando a objeção de sua mãe, o ciúme de sua melhor amiga, as diferenças sociais e as dificuldades no relacionamento com o professor, Akeelah vai passando por todas as etapas do concurso, até ser classificada para a grande prova de fogo de sua vida - a final nacional em Washington.

Vale apena assistir e trabalhar em sala de aula a motivação dos alunos.

Trailers... 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Como fazer um currículo

(Crédito: joingate/Shutterstock.com)


(Crédito: joingate/Shutterstock.com)
Currículo deve ser escrito em no máximo duas ou três páginas e conter informação suficiente para não cansar o leitor
Agrupar as informações em blocos é uma das opções para separar o conteúdo


currículo é a porta de entrada para qualquer vaga de emprego e deve ser uma das primeiras coisas a se fazer ou atualizar na hora de ir à procura de um novo trabalho. Ele deve ser objetivo e conter somente informações verdadeiras, que possam ser comprovadas de alguma maneira.




Ao escrever um currículo, é necessário ter em mente quais são suas principais qualidades e incluir apenas as informações relevantes, evitando currículos de várias páginas e sem objetividade.

É importante também agrupar claramente os dados de acordo com a importância de cada um deles. Agrupar as informações em blocos é uma das opções para separar o conteúdo.

“O que muita gente acaba achando é que existe um modelo perfeito de currículo, porém isso é relativo”, destaca Selma Fredo, consultora da DBM, empresa especializada em consultoria e avaliação de carreira. “Os currículos até podem seguir uma tendência, mas ainda assim esse formato é maleável. Hoje os currículos estão muito ajustados às necessidades da empresa e ao perfil do profissional”, afirma.

O formato mais conhecido para elaboração de um currículo é o que apresenta a informação em ordem cronológica e separada por blocos. Confira como fazer e o que colocar em cada bloco do seu currículo:


DADOS
Nome
E-mail
Telefone
Endereço

OBS: Idade, estado civil e número de documentos não são informações relevantes neste momento e podem ser omitidas do currículo.

OBJETIVO
Neste bloco é importante mostrar em poucas palavras e de maneira objetiva qual o setor de interesse e qual a área específica em que você está apto a trabalhar. “Se você não coloca nada, quem vai ler não consegue interpretar quais são seus diferenciais e qual a sua área de atuação”, destaca Selma.

QUALIFICAÇÕES
Esta seção pode ser considerada o índice do seu currículo. Ela vai abordar os principais pontos e realizações do profissional. “Se o candidato consegue fazer bem esse bloco, poderá se destacar entre os demais participantes de um processo de seleção”, afirma a consultora da DBM.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL / PRINCIPAIS REALIZAÇÕES
Citar melhor o que foi colocado no bloco de qualificações. De acordo com Selma, o profissional tem que elaborar uma revisão de sua trajetória, fazendo a si mesmo as seguintes perguntas:

# O que eu fiz na empresa em que trabalhei?
# Isso que eu fiz foi por que me mandaram (responsabilidades) ou foi uma iniciativa própria?
# Se tinha que cumprir com a tarefa de qualquer forma, como trabalhei para fazer bem feito?

Aqui também é importante mostrar com dados qual foi o resultado atingido e o que mudou dentro da empresa com suas ações. Na área de vendas fica mais fácil, pois o profissional pode utilizar números para mostrar resultado. Já em áreas em que o resultado não é quantificado, os candidatos devem optar por termos como “colaborei para o melhor entrosamento da equipe/melhor relacionamento da área” ou até mesmo “contribuiu para que o trabalho e a rotina dentro da empresa fosse mais organizado”.

CURSOS EXTRACURRICULARES
Aqui deve ser colocado somente aquilo que dá sentido e reforça suas realizações profissionais.



Para quem não possui experiência profissional, o melhor a fazer é adotar o formato de carta de apresentação. Ela deve ser um documento do Word que contenha um texto corrido explicando o motivo pelo qual você escolheu aquela empresa para procurar um emprego, porque a empresa pode ganhar contratando você e quais são seus diferenciais. “Hoje os formatos tradicionais de currículo estão sendo revistos. O e-mail pode ser uma alternativa para os profissionais que têm uma carta de apresentação bem elaborada e querem expor seu currículo de outra forma”, destaca Selma.

Ainda de acordo com a consultora, o currículo deve ser escrito em no máximo duas ou três páginas e conter informação suficiente para não cansar o leitor. “O leitor deve receber uma informação nova a cada linha que lê do currículo”, destaca.

É importante que os candidatos a uma vaga de emprego não sobrecarreguem o currículo de informação, pois nestes casos acabam não tendo o que contar na entrevista de emprego. “A entrevista é um momento de ampliar o que foi dito no currículo, e não de repetir informação”, completa.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Desenvolvimento de Produtos Sem Enrolação


Baixe o livro: Desenvolvimento de Produtos Sem Enrolação, livro de grande utilidade para você que está pensando em criar ou melhor um produtos em sua empresa.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

8 importantes tendências digitais



A mescla de uma crescente compreensão do potencial das mídias sociais por parte das empresas, as novas tecnologias e o ingresso massivo de adeptos ao mundo das redes sociais, além da expansão da banda larga e o próprio comportamento do internauta, indicam grandes transformações do mundo digital. Atenta a esse “movimento” constante, a e.life realizou um apanhado e identificou oito importantes tendências para o ano que se aproxima. Acompanhe um resumo de cada uma delas logo abaixo:
O começo do fim do Orkut?
Este ano o Orkut deixou de ser líder na Índia e a e.life acredita que em 2011 será a vez do Brasil de assistir o começo do êxodo dos usuários do Orkut para o Facebook. À medida que a plataforma de Zuckerberg avança no mundo, paralelo à crescente inclusão do Brasil em campanhas de marcas globais, mais consumidores se registarão no Facebook, levando em paralelo uma legião de amigos. O efeito será sentido pelo líder absoluto brasileiro nas redes sociais.
A ascensão do atendimento ao consumidor nas redes sociais
Na metade do ano 2000 áreas de atendimento das empresas viram o canal e-mail tornar-se um dos preferidos pelos consumidores. No início dessa nova década uma revolução nada silenciosa que começou com os blogs agora toma conta de cada pedaço do que se chamou mídia social. Milhões de brasileiros no próximo ano vão reclamar do banco, da companhia de telefone, do supermercado e de tantos outros serviços. A diferença é que no ano que vem muito mais empresas estarão “lá” para ouvi-los e atendê-los.
Marcas anunciam para os brasileiros no Twitter
Provavelmente já no segundo trimestre de 2011 agências brasileiras terão um novo desafio: criar microanúncios para o microblog que mais cresce no mundo. O Twitter ainda não revelou todos os detalhes de sua oferta de venda de publicidade. Entretanto, já se sabe que para cadastrar potenciais anunciantes, dois formatos estarão disponíveis: tweets patrocinados e trends patrocinados.
Websites irrelevantes
Com a migração das empresas para as redes sociais os sites corporativos e de produtos se tornarão cada vez mais irrelevantes e muitas empresas irão concentrar suas estratégias on-line em redes sociais mais populares – como Twitter e Facebook. A migração tornará mais fácil mensurar as estratégias digitais, mas em contrapartida as empresas precisarão estar mais dispostas ao diálogo. Caso contrário, crises nestes ambientes fechados serão mais frequentes. Algumas empresas não abandonarão seus sites corporativos, mas os tornarão mais conectados às redes sociais em 2011.
Insights em real time
As áreas de inteligência e as empresas de pesquisa de mercado irão finalmente descobrir as redes sociais, porém vão aprender rapidamente que elas requerem entregas de insights em tempo real, cada vez mais rápido. As redes sociais vão produzir um novo tipo de analista de mercado que precisará usar software que entregue insights em tempo real, como o e.life TweetMeter, por exemplo. Relatórios longos, de produção demorada e com periodicidades muito longas ficarão ultrapassados. A pesquisa precisará acompanhar o timing das redes sociais para entregar insights cada vez mais pontuais.
Foco maior no pré-compra
As empresas irão prestar mais atenção no comportamento de compra dos consumidores nas redes sociais, mapeando não apenas o pós-compra (a monitoraçao de buzz negativo), como acontece hoje, mas a intenção de compra da categoria ou de marcas. A monitoração da intenção de compra permitirá as empresas compreenderem quais os aspectos os consumidores mais valorizam na categoria, as percepções sobre cada marca e os influenciadores na decisão de compra (laços fortes, laços fracos, campanhas etc). Esta mudança de foco para o pré-compra criará, porém, a necessidade de associações de anunciantes e relacionamento com o consumidor produzirem um código de conduta para disciplinar a prospecção do consumidor nas redes sociais. Os dados de intenção de compra nas redes sociais também serão cruzados com outros dados, como vendas, visitas ao ponto de venda etc.
Fim das barreiras on-line/off-line
Algumas agências já derrubaram as paredes entre seus departamentos on-line e off-line. A mudança gerará uma onda de aquisições de agências on-line e a contratação de profissionais desta área vai crescer pelas agências tradicionais. Mas o mais importante será a chegada das redes sociais aos pontos de venda físicos. Aguarde desde a simples sinalização do Twitter oficial da empresa no ponto de venda a aplicativos que permitirão o relacionamento do consumidor quando ele estiver na loja física.
Agora somente com uma mão
Depois do touchscreen e o sucesso de smartphones e tablets, cada vez mais veremos dispositivos e ações com sensores de movimento. Desde aplicativos simples como web cam games, até ações mais sofisticadas utilizando tecnologias parecidas com o Kinect.
Fonte: exame.com

Dicas para não desperdiçar tempo com as redes sociais, sem deixar de usá-las



Acabamos de sair de uma oficina com Sérgio Ludke, editor da Época Online, sobre mídias e redes sociais. Sérgio abordou diversos canais como Facebook, Orkut, Twitter, Fousquare e You Tube e apontou inúmeras possibilidades, recursos e formas de interação que essas redes oferecem para o usuário. Admito que saí da oficina bastante impressionada, apesar de ser usuária de diversas dessas redes, não conheço e não utilizo boa parte dos recursos disponíveis. Além de tudo que aprendi admito, também, que saí da oficina e rapidamente me cadastrei no Foursquare.
Descartar ou proibir o uso das redes e mídias sociais em ambientes de trabalho pode ser um grande erro, a percepção de que interagir por meio desses canais é somente uma questão de diversão já foi descartada, na opinião de Christian Barbosa, consultor especialista em administração de tempo e produtividade “o acesso às redes sociais em uma empresa deve ser proibido apenas se a empresa revista os funcionários e proíbe a entrada de celular. Caso contrário, tem de estar liberado! Rede social é parte da vida e do tempo de todo mundo, ajuda a impulsionar muitos negócios, gera networking, contrata pessoas, busca informações, ajuda a pessoa a relaxar, a se comunicar”.
Uma prova disso é o surgimento e crescimento constante de redes sociais específicas para relações profissionais, como o Linkedin. Mas, em meio a tantas possibilidades de interação, a pergunta é: como manter o foco e a produtividade no ambiente de trabalho?
Confira quatro dicas do consultor para otimizar o tempo de trabalho na sua empresa e continuar utilizando as redes sociais:
· Escolha redes sociais relevantes: não é preciso estar em 10 redes sociais, selecione as mais relevantes e que tenham o maior número de pessoas conectadas a seus objetivos.
· Desabilite os avisos de recados e mensagens: configure suas redes para não ficar te avisando, apitando ou enviando e-mails a cada nova mensagem que você receber. Se você visualizar todos os avisos, vai perder um tempo que você nem imagina.
· Tenha horários: assim como no e-mail, nada de ficar com a rede aberta toda hora. Defina horário ou dias para atualizar e olhar suas redes.
· Utilize Softwares: existem milhares de programas que ajudam a atualizar suas redes sociais de forma simples e integrada, como o Tweetdeck, que integra todas as redes, ou o Echofon para Firefox.

Executar é mais importante do que ter boas ideias?

Shutterstock


Novos empreendedores digitais estão cada vez mais encantados com os princípios da “lean startup”, cujo ponto principal é desenvolver produtos e lançá-los rapidamente para o público testar e indicar as correções a serem feitas.
Tanto que um de seus principais ideólogos, o norte-americano Eric Ries, está fazendo uma turnê pelos EUA para lançar seu livro “The Lean Startup”. O que os atrai é a possibilidade de enxugar custos e validar as mudanças com os consumidores.
Mas será que priorizar a rápida execução conta mais do que desenvolver ideias? O empreendedor norte-americano Ryan Healy acha que não, e conta por que neste artigo que escreveu para o Young Entrepreneurs Council.
Neste ano que passou, o mundo da tecnologia esteve bastante obcecado com a ideia da “lean startup”, um conjunto de princípios idealizados por empreendedores como Steve Blank e Eric Ries. É um mapa para startups desenvolverem, testarem e redesenharem seus produtos até chegar ao que é perfeitamente adequado para as necessidades do mercado
A ideia central é ser ágil e capaz de mudar a qualquer momento – se o produto não pegar, pense em algo completamente novo. Não discuta o próximo passo, só mande ver e analise os resultados, afinal, diz a nova sabedoria que ninguém é esperto suficiente para desvendar o que o público quer.
No entanto, há vários perigos nessa nova maneira de construir um negócio. Não acho que ideias não interessem e que a execução seja tudo. Uma ideia ruim não vai vingar, mesmo que a execução seja perfeita, e mudar para uma nova ideia fraca não vai levar ao sucesso.
Ideias são essenciais: empreendedores estão criando o futuro e precisam pensar em como desenvolver produtos que ajudem as pessoas, resolvam problemas, criem valor e, acima de tudo, sejam modelos replicáveis e escaláveis.
O custo e o tempo de desenvolvimento de um novo produto caíram acentuadamente nos últimos anos. Isso não quer dizer que o prazo e o trabalho duro acerca de uma nova ideia para o modelo de negócio tenham diminuído. Ao contrário: como é bem mais fácil colocar novos produtos no mercado, as ideias por trás deles ficam muito mais importantes.
Todas as startups que têm uma boa equipe de engenheiros estão no mesmo nível, do ponto de vista técnico. Assim, o ingrediente secreto são ideias bem desenvolvidas, inovadoras, que rompem com padrões e mudam as regras do jogo, como o Groupon, o Living Social e o Kickstarter.
Esvaziar a importância da ideia por trás de um produto faz com que seja mais fácil desistir se ela não decolar imediatamente. A maioria dos grandes produtos não são adotados imediatamente em grande escala, só depois dos ajustes certos.
Minimizar o valor da ideia permite ao empreendedor pular a parte do trabalho duro quando algo não funciona perfeitamente. Se ela vai resolver um problema importante, é provável que resulte em um negócio de sucesso se você for persistente e tentar executá-la de um modo inovador.
Peneirar um milhão de variáveis para achar um modelo de negócio é a parte mais dura de empreender – estou agora mesmo no meio desse processo. Não há atalhos, por isso a metodologia da “lean startup” não deve ser usada como desculpa para desistir quando aparecem as dificuldades.
Essas ideias devem simplesmente providenciar uma estrutura para criar um negócio do zero. Lembre-se: uma ideia existe antes mesmo de você criar um negócio. E é ela – ou uma variação dela – que sustenta sua empresa.

Cinco dicas para transformar a sua ideia em realidade

shutterstock

Nem sempre grandes ideias dão origem a grandes negócios. Mas, com certeza, você nunca vai saber disso se não pesquisar bastante ou se não colocar esses projetos em prática. O site da revista Inc. reuniu dicas para você dar vida a uma grande idea. São bem práticas e simples e o ajudarão a sair do empreendedorismo meramente platônico. Confiram:
1) Não pense demais
Pode ser um pouco contraditório, mas não gaste muito tempo falando e falando sobre sua ideia para um produto ou serviço. Crie, ouça opiniões, estude o mercado e faça tudo isso rápido. Não fique sentado adiando o momento de lançar sua ideia.
2) Não tenha medo de compartilhar
Peça o máximo de opiniões sobre seu projeto. Muitas vezes, as pessoas não pedem feedback temendo que suas ideias não sejam realmente muito boas. Mas seja criterioso sobre seu interlocutor e sempre busque ajuda especializada.
3) Não tente agradar todo mundo
Quando você pede a opinião de várias pessoas, elas podem ser dissonantes. Portanto, tome as decisões que realmente vão ser melhor para sua ideia, e não para ser para ganhar a faixa de Miss Simpatia.
4) Não tente fazer mais do que você pode
Se precisar mostrar um conceito mais bruto da sua ideia para clientes e investidores, como um protótipo, não tente fazer algo complicado e cheio de aplicações que não funcionarão na hora. Tente realmente mostrar em que estágio você está – e faça com que ele funcione direitinho e não o faça passar vergonha.
5) Saiba quando mudar de rumo
Ao avaliar a sua ideia constantemente – nas fases de projeto, protótipo, lançamento etc. –, você tem mais chances de descobrir quando ela realmente não vai dar certo. Se isso acontecer, faça as mudanças necessárias para que ela se torne realidade ou simplesmente desista e passe para outra. Quem percebe isso tem mais chance de sucesso.